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Fornos de padaria

Essa página está baseada nas pesquisas de J. Guilherme Rolim, iniciadas em 1982 em Ouro Preto e se estendendo até os dias de hoje, no Sítio Germinal.

Tudo começa em uma padaria antiga, na rua Bernardo de Vasconcelos, bairro Antônio Dias, Ouro Preto, MG. Ali existiam dois grandes fornos, construídos entre o final do século XIX e início do XX, um dos quais ainda em pleno uso na década de 1980. Seu princípio de funcionamento e elementos básicos de construção eram os mesmos utilizados desde a antiguidade. Coloca-se fogo na câmara, que é aquecida até “branquear”, quando então a câmara é fechada e o fogo retirado, ou extinto. O calor penetra a estrutura e mais tarde o forno é utilizado para assar alimentos.

O forno de Ouro Preto tinha 6m de diâmetro, duas fornalhas, condutos de calor por dentro da base, fazendo a fumaça circular, antes de sair pela chaminé.

A grande abóbada era coberta de areia, contida por paredes externas de alvenaria. Portas de ferro fundido.

“Em 1988 construí meu primeiro forno, em Resende, RJ, adaptando o que tinha aprendido. Trabalhei por dois anos, fazendo pães integrais e biscoitos naturais, usando pela primeira vez a marca da Padaria Artesanal Germinal” .

Rótulo dos biscoitos em 1989

De lá para cá muitos fornos foram feitos, muitos cursos ensinando a construí-los. Matérias em revistas.

Até chegarmos ao forno do Sítio Germinal e aos Cursos Práticos de Construção de Forno Tradicional, tanto a versão familiar quanto a versão profissional.

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